Casos da doença caíram de 511 para para 70 de janeiro até 10 de março.
Cruzeiro Velho, que registrou apenas um caso, teve campanha no domingo.
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Os casos de dengue no Distrito Federal tiveram uma redução de 86% do início de janeiro até o dia 10 de março em comparação com o mesmo período do ano passado, segundo a Secretaria de Saúde. Nesse período, foram 70 casos confirmados no DF, contra 511 em 2011.
A região do DF com maior incidência de dengue é São Sebastião, com 90,14 casos para cada 100 mil habitantes. Em seguida, estão a Cidade Estrutural e Planaltina.
A região do DF com maior incidência de dengue é São Sebastião, com 90,14 casos para cada 100 mil habitantes. Em seguida, estão a Cidade Estrutural e Planaltina.
Pelos dados do GDF, 21 infecções ocorreram dentro do DF e outras 49 foram de pessoas que contraíram a doença em outros locais. De acordo com a gerente de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde, Kênia Cristrina de Oliveira, é preciso fazer o trabalho de combate ao mosquito dentro de casa. "Tem que retirar qualquer recipiente que possa acumular água e fazer da vigilância um hábito", afirmou.
Nesses primeiros meses de 2012, o Cruzeiro Velho registrou apenas um caso da doença. Neste domingo (18), foi feito um trabalho de conscientização na cidade. Orientações e panfletos educativos foram distribuídos de porta em porta.
Nesses primeiros meses de 2012, o Cruzeiro Velho registrou apenas um caso da doença. Neste domingo (18), foi feito um trabalho de conscientização na cidade. Orientações e panfletos educativos foram distribuídos de porta em porta.
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Segundo a enfermeira chefe do Centro de Saúde 14 do Cruzeiro Velho, dez agente de saúde fizeram o trabalho de conscientização. “Todas as orientações são bem recebidas. E isso com certeza resulta nesse nosso sucesso de não ter casos de dengue”, disse.
Cuidados
A dona de casa Aparecida Rodrigues diz que toma todos os cuidados. “A gente fica atento por causa dessas doença. Jogam muita garrafa na rua. Tem que juntar e jogar no lixo, não no meio da rua”, diz Aparecida.
A moradora do Cruzeiro Velhor Inez José dos Santos adora flores e plantas. Ela tem um jardim em casa, mas cuida bem de tudo para espantar o mosquito. “Eu jogo água todos os dias, varro bem, olho se tem mosquito, não tem perigo. Não uso pratinho, coloco vaso de pé. Aqui não tem vez pro mosquito”, afirmou.
Cuidados
A dona de casa Aparecida Rodrigues diz que toma todos os cuidados. “A gente fica atento por causa dessas doença. Jogam muita garrafa na rua. Tem que juntar e jogar no lixo, não no meio da rua”, diz Aparecida.
A moradora do Cruzeiro Velhor Inez José dos Santos adora flores e plantas. Ela tem um jardim em casa, mas cuida bem de tudo para espantar o mosquito. “Eu jogo água todos os dias, varro bem, olho se tem mosquito, não tem perigo. Não uso pratinho, coloco vaso de pé. Aqui não tem vez pro mosquito”, afirmou.
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